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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Morre David Wilkerson – autor de “A Cruz e o punhal”



Autor de “A cruz e o punhal” sofre acidente de carro nos EUA. O pastor David Wilkerson, 79 anos, fundador da Times Square Church em Nova York, e autor de livros conhecidos como “A Cruz e o Punhal”, faleceu nesta quarta-feira (27/04/11) em um acidente de carro numa rodovia do Texas.
Wilkerson postou em seu blog um artigo datado de 27 de abril – o dia da sua morte. Intitulado “Quando tudo mais falhar”, ele incentivou as pessoas que estão enfrentando dificuldades a “permanecerem firmes na fé”.
“Para quem passa pelo vale da sombra da morte, ouça esta palavra: o choro vai durar por algumas noites escuras e teríveis, mas em breve você vai ouvir o sussurro do Pai: ‘Eu estou com você’. Amado, Deus nunca deixou de agir, sempre com bondade e amor. Quando tudo mais falhar, o seu amor ainda prevalece. Segure firme em sua fé. Permaneça firme na sua Palavra. Não há outra esperança neste mundo. ”
Wilkerson passou a primeira parte do seu ministério trabalhando em Nova York com membros de gangues e viciados em drogas, conforme relatou em seu best-seller “A Cruz e o Punhal”.
Em 1971, iniciou o World Challenge, ministério que cuidava de suas cruzadas, conferências, evangelismo e outras atividades. Em 1987 fundou a Igreja de Times Square, que hoje é liderada pelo pastor Carter Conlon e tem mais de 8.000 membros.
Wilkerson também fundou o Desafio Jovem, um programa cristão para recuperação de jovens viciados. Ele deixou esposa, quatro filhos e 11 netos.



Extraído de - http://www.odiario.com/blogs/inforgospel/2011/04/28/morre-david-wilkerson-autor-de-a-cruz-e-o-punhal/

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Meu coração




Quando amamos sem sermos correspondidos, temos um coração partido em dois pedaços... De um lado nesse coração impera o amor para seguir em frente, no outro, a decepção constante de não ter ultrapassado a linha de chegada aos sentimentos do outro ser humano, de não poder tocá-lo!

domingo, 17 de abril de 2011

ÍNDIOS BRASILEIROS

Recebi o texto a seguir da Professora Geyse, uma profissional ímpar que tem experiências no campo educacional indígena e que com muita clareza e objetividade conhece, informa e transforma visões humanas, antes, preconceituosas sobre os índios brasileiros em olhares múltiplos de compreensão sócio-cultural.

A você, índio, que foi saqueado e violado seus direitos natos da Terra. Você, grande Guerreiro, que tinha sua própria terra. O que fizemos com você?
Invadimos seu território! Tomamos suas terras.
Tiramos suas vidas, seus alimentos.
Espancamo-te sem dó!
Invasores que diziam agir sobre o nome da Lei.
Pobre Índio quem iria defender-lhes de tantas atrocidades?
Tantas coisas fizemos contra aos verdadeiros donos da Terra. Por que Te aconteceu tudo isso?
Hoje, órgãos que existem para lhes defender, proteger, lhes deixam sempre 'na mão'.
Fizeram de ti comércio barato em troca de presentes de homem branco - purutúye!
Sua cultura quiseram apagar e destruir!
Quanta crueldade aconteceu contigo durante décadas.
Você que era da terra veio para cidade grande se perder por aqui.
Pobre, índio, aqui não é o seu lugar porque és nativo da própria terra. Você, índio, que até então não tinha enfermidade de não-indígena se contaminou.
Veio o invasor para lhe destruir!
Tirou-te a única maneira de sobrevivência, a Terra que por direito é sua.
Você, índio, que é o verdadeiro Herdeiro da Terra, desse País foi invadido sem dó.
Vocês foram os primeiros habitantes da nação Brasil.
Portanto, cabe nesse dia todo o povo brasileiro lhe render homenagens e pedidos de desculpas.
Por tantos males que lhes foram atribuídos
Índio, dia 19 é o seu dia e com todo nosso respeito e toda reverência estamos aqui para lhes prestar essa singela homenagem.
Índios de todos os povos e de todas as Nações da Terra saudamo-lhe nesse dia com as nossas congratulações especiais.
São vós merecedores!!

Iningone!! 19 kaxéna kopénoti!!!!!

Profª Geyse ☼

quarta-feira, 13 de abril de 2011

 


MEUS OITO ANOS


Oh! que saudades que tenho


Da aurora da minha vida,


Da minha infância querida


Que os anos não trazem mais!


Que amor, que sonhos, que flores,


Naquelas tardes fagueiras


À sombra das bananeiras,


Debaixo dos laranjais!


Como são belos os dias


Do despontar da existência!


— Respira a alma inocência


Como perfumes a flor;


O mar é — lago sereno,


O céu — um manto azulado,


O mundo — um sonho dourado,


A vida — um hino d'amor!


Que aurora, que sol, que vida,


Que noites de melodia


Naquela doce alegria,


Naquele ingênuo folgar!


O céu bordado d'estrelas,


A terra de aromas cheia


As ondas beijando a areia


E a lua beijando o mar!


Oh! dias da minha infância!


Oh! meu céu de primavera!


Que doce a vida não era


Nessa risonha manhã!


Em vez das mágoas de agora,


Eu tinha nessas delícias


De minha mãe as carícias


E beijos de minha irmã!


Livre filho das montanhas,


Eu ia bem satisfeito,


Da camisa aberta o peito,


— Pés descalços, braços nus


— Correndo pelas campinas


A roda das cachoeiras,


Atrás das asas ligeiras


Das borboletas azuis!


Naqueles tempos ditosos


Ia colher as pitangas,


Trepava a tirar as mangas,


Brincava à beira do mar;


Rezava às Ave-Marias,


Achava o céu sempre lindo.


Adormecia sorrindo


E despertava a cantar!


................................


Oh! que saudades que tenho


Da aurora da minha vida,


Da minha infância querida


Que os anos não trazem mais!


— Que amor, que sonhos, que flores,


Naquelas tardes fagueiras


À sombra das bananeiras


Debaixo dos laranjais!
Casimiro de Abreu (1837-1860)

sábado, 9 de abril de 2011

Seleção

 
Acabei de ser selecionado para o curso de "FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO ESCOLAR: DEFICIÊNCIAS, TRANSTORNOS GLOBAIS DE DESENVOLVIMENTO E ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO" da UFRN.
Vamos seguir em frente na busca por mais conhecimentos!