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sábado, 21 de abril de 2012





Gostaria de agradecer a todos que fazem a Escola Alfredo J. Monteverde - Unidade Natal: Av. Interventor Mário Câmara, 3133, Bloco A - Cidade da Esperança 59070-600 - Natal – RN Tels/Fax: +55 (84) 3205-5387/3205-7544; pela maneira carinhosa como me receberam neste último dia 20/04/2012. Conhecer essa instituição, sua equipe e oficinas, foi algo inenarrável e que marcou meu aniversário. Isso mesmo estava completando mais um ano de vida e foi com vocês que passei todo o meu dia, aprendendo, sorrindo e vendo a fluidez das relações interpessoais se propagarem de uma forma tão natural, em que a zona de conflito que surge da convivência entre os pares, torna-se o limiar de um novo recomeço para a amizade e respeito de uns para com os outros.

A meu amigo Cleonilson Mafra meus sinceros agradecimentos por ter plantado boas sementes de amizade nesse espaço de conhecimento, lá todos gostam muito de você e sentem saudades. A minha proximidade com você amigo, me trouxe liberdade entre os educadores e pude perceber que se “plantamos coisas boas aqui na terra, iremos colher aqui e acolá, frutos saudáveis” no presente e no futuro. Você cativou a todos do lugar!

Enfim, a equipe de coordenação pedagógica, pessoal técnico administrativo, auxiliares e o esplêndido COORDENADOR da oficina de ciência e química, meus sinceros agradecimentos pela forma honrosa com que prestaram seus serviços, tempo e atenção para com esse humilde servo da educação.



Jufran Alves Tomaz. (84) 81154205.




Twitter: @jufranthomas

Facebook: Só pesquisar - Jufran Alves Tomaz

quarta-feira, 11 de abril de 2012



Um aluno me fala hoje durante a aula:
- Professor o senhor já matou algum gatinho alguma vez?
- Não! Respondi.
Ele (o aluno), diz:
- Pois eu já matei um gatinho utilizando uma pá. Bati na cabeça dele várias vezes até ele (o gatinho) morrer. E nem aconteceu o que minha mãe me disse que acontecia com quem gostava de maltratar os animais.
...
Eu perguntei:
- O que foi que sua mãe lhe ensinou? O que ela (a mãe do aluno), disse que aconteceria àqueles que maltratassem os animais?
- Ela me disse que eu seria castigado com uma maldição!
Parei, pensei e perguntei ao adolescente:
-Há quanto tempo você está repetindo o mesmo ano/série?
Ele responde no mesmo instante:
- O senhor não sabe? Pois eu estou no mesmo ano/ série há 6 (seis) anos e tentando vê se sou aprovado nesse ano. Não sei o que está acontecendo que não consigo ser aprovado!
Eu, fiquei imaginando se o que acontece com ele não é uma maldição!

Coisas de sala de aula, Arez/RN, 2012.

segunda-feira, 9 de abril de 2012


III CONGRESSO BRASILEIRO DE SAÚDE MENTAL - ABRASME
Aperreios e Doidices: saúde mental como diversidade, subjetividade e luta política.

A se realizar nos dias 07 a 09 de junho de 2012, no Centro de Convenções do Ceará - Fortaleza/CE.

terça-feira, 3 de abril de 2012

sexta-feira, 30 de março de 2012

Filósofo Luiz Saéz Rueda - Universidade de Granada - Espanha.



'Ser errático' es un rasgo de la condición humana. Es el modo como el hombre puede poner en obra su libertad y elevarse a la forma más digna de su existencia. Pues existir implica afrontar el reto que supone estar siempre en tránsito o en ciernes. Ahora bien, en nuestra época el hombre anda...

                                                                         LUIS SAÉZ RUEDA

Após palestra com o filósofo Luiz Saéz Rueda - Universidade de Granada - Espanha, no auditório "B" - CCHLA - UFRN, percebi que o "ocidente está enfermo" por assimilar identidades falsas. O diálogo entre os pensadores: Foucault, Voltaire, Heidegger, Cortez Pereira, entre outros fizeram desse momento algo novo. Me fez entender que pertencemos ao mundo na mesma medida que estamos saindo dele! Dom Quixote em companhia de Sancho Pança revela a loucura produtiva e improdutiva da relação não identitária com outros povos. Ao ser convidado pelo amigo Sancho Pança ao retorno ao lar (suas origens e casa), após ser violentamente agredido, Dom Quixote afirma: Não temos casa! Enfim, somos de todos os lugares e de um lugar exclusivo, somos seres erráticos. Dom Quixote é um louco produtivo ao enxergar de maneira ampla o movimento, a migração e o admirar-se frente ao mundo e em relação a si mesmo, do outro. Já Sancho Pança, louco improdutivo, deixa sua loucura cair sobre o outro, o mundo, ao invés de deixá-la cair primeiro sobre si mesmo, sobre os seus próprios ombros. Quando somos seres erráticos, entendemos que ao estarmos por cima da mulher numa relação sexual, por exemplo, somos o resultado ali de uma ausência de forças que nos mantém com disposição para suportar a outra pessoa, não uma relação de poder em que por ser homem me sobreponho sobre a fragilidade da mulher. Pelo contrário, nessa relação de forças, entendo que nesse instante, a mulher me sustenta não por obrigação ou desejo de superação, mas por mostrar a contra força do ser errático também.

quinta-feira, 22 de março de 2012



Quero tornar público os meus agradecimentos ao jovem André Valério Sales, autor do mais novo livro “Lugares e Personalidades Históricas de Arez/RN”, pela grande contribuição intelectual que ele proporciona aos leitores, pesquisadores e público interessado em (re)conhecer a história de um povo, de um lugar. Faço isso principalmente porque desde o ano de 2.010, venho trabalhando em um artigo que foi finalizado semana passada, antes de receber o livro deste autor, que com propriedade relata fatos importantes sobre o município de Arez. Bom, meu artigo (especialização) já versava sobre a Igreja de São João Batista e a presença do Hospício Jesuítico na região de Arez, algo que me levou a reflexão e busca de relatos que materializasse um pensamento sobre a influência de um local que atendeu as pessoas que sofriam com transtornos psíquicos em épocas passadas e revelasse aspectos da cultura de estigma, preconceito que sofreram (no passado), ou sofrem (nesse início de século XXI), esses pacientes.
Por fim, fiquei feliz por mais referências que vem atender as minhas expectativas no sentido de ir mais longe no estudo dessa temática. Assim, o amigo André, nos oferece não só mais uma ferramenta pedagógica a ser utilizada em sala de aula, como confirma discussões no âmbito científico que tenho travado ao longo desses quase três anos no município de Arez.
Parabéns André! Grande obra, intelectual com sensibilidade suficiente para tocar a alma arezense.
P.S. Brevemente postarei meu artigo aqui, esperando apenas o processo de apresentação ao público acadêmico e publicação.