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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Valéria Tiusso Segre Ferreira - Psicopedagoga.


Gente! Estou disponibilizando a todos vocês o link desta mulher fantástica, capacitada em vários ramos do saber humano, com destaque na área de aprendizagem humana - psicopedagogia. Visitem o site da mesma e interajam, concordando, discordando, enfim; procurem sempre mais conhecimento. Acredito que estamos vivendo em um cenário social, em que é tempo de não adiarmos mais o novo, o diferente, o conhecer a si próprio, o outro e o mundo! Como afirma Fernando Pessoa (1888 - 1935): "Se em certa altura tivesse voltado para a esquerda em vez de para a direita; se em certo momento tivesse dito sim em vez de não, ou não em vez de sim; e em certa conversa tivesse dito frases que só agora, no meio-sono, elaboro – seria outro hoje, e talvez o universo inteiro seria indiscutivelmente levado a ser outro também." Por isso recomendo, visitem o site de Valéria, não retarde esse encontro mágico com o mundo fantástico da psicopedagogia. http://www.psicopedagogavaléria.com.br/

domingo, 12 de setembro de 2010

Resumo: O que é psicopedagogia? De acordo com os comentários realizados por Nádia Bossa.




Psicopedagogia - BOSSA, Nádia.*
Resumo escrito por Jufran Alves Tomaz

Traça um panorama dos Fundamentos da Psicopedagogia nos dias atuais, no Brasil e diversas partes do mundo, relacionando as razões históricas, sociais e econômicas que levaram ao seu aparecimento e desenvolvimento. Em geral, a autora em vez de uma abordagem estanque do surgimento da psicopedagogia sustentada pela práxis (atuação sustentada por referenciais teóricos), preferiu a dinâmica: conforme vai apresentando as idéias, vai tecendo comentários. Nádia Bossa preferiu comentar a obra em sua totalidade a simplesmente resumi-la, ou, se quiserem, resumi-la, comentando-a. Partindo do surgimento da psicopedagogia como uma prática que está voltada para a aprendizagem humana, ela nasce sob certas condições: necessidade de atender a crianças com problemas de aprendizagem escolar (que inicialmente foram pesquisados na área médica e tratados por profissionais das diversas áreas do conhecimento humano); ressaltar o verdadeiro objeto de estudo que compreende a aprendizagem humana, valorizando as habilidades envolvidas nesse processo de aprendizagem (atividades motoras, de decodificação da escrita, condições psicológicas), e a ampliação do foco do curso de especialização em psicopedagogia através da contribuição de outras áreas do conhecimento como a lingüística, filosofia, psicologia, psicanálise, neurologia, entre outras. Esse quadro histórico fornece a base para a compreensão dos fatores da formação e exercício profissional do psicopedagogo no Brasil, que vem ocorrendo desde a década de setenta em instituições de ensino superior. A parte teórica permite também visualizar a realidade do termo psicopedagogia, conduzindo, o significado para além do sugerido: a junção psicologia mais pedagogia. A psicopedagogia está para além disso, ela na verdade diz respeito a uma prática e a um conhecimento voltado para a relação do psiquismo e o processo de aprendizagem humana, a qual está presente em praticamente todas as áreas de atividade, seja nas empresas (tendo como foco a aprendizagem do sujeito e a função exercida por ele naquela organização); na escola (agindo no seio da instituição, intervindo no processo de ensino e aprendizagem, levando em conta as políticas educacionais públicas); no hospital (considerando o sujeito dentro daquele momento da vida dele e com aquela sensação de doença e o que isso representa em termo de perca na aprendizagem acadêmica, de vida em geral); na clínica (onde o sujeito apresenta dificuldades de aprendizagem específicas), e nas instituições educativas de um modo geral (casa abrigo, por exemplo, atuando na prevenção de possíveis problemas de aprendizagem e oferecendo referenciais/modelos do desenvolvimento da criança e do processo de organização psíquico que serão utilizadas em atividades planejadas com as mesmas nesses espaços). Ao abordar esses elementos atuantes no surgimento da psicopedagogia como área de conhecimento por seu objeto de estudo, a aprendizagem humana, como a mesma avançou seus estudos pensando no aluno (desde o momento do planejamento escolar), buscando facilitar esse processo de aprendizagem do sujeito por meio de quatro dimensões fundamentais: orgânica, mental, emocional e o processo de mediação da aprendizagem - que metodologia utiliza? Elas servem para todos os alunos em sala de aula? A turma de alunos é homogênea? Estas são apresentadas como questões lógicas, pelas quais devemos reconhecer que alguns alunos precisam de metodologia específica e que ao descobrir isso, optamos pela busca de estratégias diferentes de ensino. Recomenda a autora que uma das formas de se obter o diagnóstico clínico na psicopedagógia não se refere só ao espaço físico da clínica; se estou fazendo psicopedagogia na escola (também devo ter esse olhar clínico), pois devo analisar àquela escola que está dentro de uma comunidade, que tem uma determinada clientela, uma equipe técnica específica, que vai se tornar alvo desse diagnóstico. Examina os padrões normais e patológicos considerando a influência do meio (família, escola, sociedade), utilizando-se de diferentes correntes teóricas como a psicanálise, orientação cognitivista e ou de abordagem corporal que irá permitir analisar profundamente cada caso. Deve-se levar em conta a realidade do nosso cotidiano que é bem diferente da de outros países como os Estados Unidos – que a principio enfatizava mais os conhecimentos médicos; mas utilizamos muito da experiência desses países, inclusive da Argentina e seu trabalho de reeducação, determinando a forma de tratamento dada ao fracasso escolar.


Referência Bibliográfica:

*BOSSA, Nádia. Vídeo com comentários da autora citada, apresentado em aula no dia 05/06/2. 010, ofertando ao cursista em psicopedagogia - IESN, a oportunidade de conhecer esse novo ramo de estudo, sem se preocupar em ser exaustivo.

Links que tratam sobre a importância do rádio&escola





Aqui mencionaremos uma relação de links interessantes que tratam de projetos de rádio & escola em diversas instituições de ensino espalhadas pelo Brasil:
HTTP:// www.educacional.com.br/projetos/ef1a4/bar
HTTP:// www.radioescola.blogger.com.br/
HTTP:// www.crede12.seduc.ce.gov.br/revista/radioescola.htm
HTTP:// www.mc.gov.br/radio-comunitaria/perguntas-frequentes
HTTP://www.portalgens.com.br/atibaia/
HTTP://www.radionista.podomatic.com/
HTTP://www.psbrn.org.br/moticias_em_tempo_integral_na_rede_de_ensino/793/
HTTP://www.fmu.ufrn.br
HTTP://www.radio-comunitaria-timbauba-fm.br.telelistas.net

Em relação ao conteúdo desses links, gostaríamos de deixar claro que este não tem a pretensão de esgotar nenhum dos assuntos abordados sobre a relevância do uso das programações de rádio na escola. Por isso, compreender os processos dos projetos de rádio & escola, assumem um papel cada vez mais importante na estruturação de nossa sociedade; as reflexões em torno da influência/experiências desses meios também adquire caráter prioritário.
A nossa discussão principal gira em torno do rádio na escola. Acreditamos que as programações de rádio é tão fundamental, para nós, seres humanos, quanto o ar que respiramos. Por compreender que rádio é comunicação humana, por isso torna-se tão essencial na vida de cada um de nós.
Verificamos que programas de rádio, servem para que possamos refletir sobre a influência do mesmo na organização política de um município, como é o caso da nossa rádio local - “Rádio Comunitária Timbaúba FM – Santana do Matos” - http://www.timbaubafm.com.br/ , que influência diretamente através de sua programação diária as nossas próprias vidas.
A capacidade de se comunicar é um elemento inerente à raça humana e existe desde o aparecimento dos primeiros seres humanos na face da terra. Projetos de rádio escola como Rádio Universitária dirigida pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte é um bom exemplo de intercâmbio e de interação social entre a comunidade acadêmica em união com a faculdade (cursos oferecidos pela instituição); fato marcante a partir do qual percebemos que essa experiência deve ser copiada em outras instituições públicas de ensino fundamental, médio e superior.
Já o projeto rádio escola – Liceu do Conjunto Ceará, afirma “que a comunicação é a ação exercida pelas gerações adultas sobre as gerações futuras para adaptá-las à vida social”. É o processo de transmissão de experiências e ensinamentos.
Conforme vimos, nem sempre os meios de comunicação de massa atingem um grande número de pessoas. Na atualidade, o rádio escola tem abrangência de 1 km a partir da antena transmissora, potência de 25 watts.
Esperamos que os colegas possam passear pelos links sugeridos e perceber o significado bem mais amplo do que imaginávamos antes de iniciarmos os nossos estudos sobre a história do rádio no Brasil.
Neste tema, aprendemos que estamos entrando em uma nova era. A era da comunicação de massa numa perspectiva que figura o “receptor” como um instigador-provocador-guia, das formas próprias de construção do conhecimento. Vimos também que o uso do rádio na escola pode ser utilizado positivamente ou não.
Esperamos que você tenha podido ressignificar o panorama histórico do rádio e adquirir uma visão crítica em relação à atuação dos meios de comunicação de massa contemporânea. O fenômeno da comunicação (o uso do rádio), na sociedade contemporânea e as ofertas de sentido e significação dessa mídia, principalmente na escola, passa pelo aspecto sócio-comportamental da comunicação enquanto cultura na diversidade e relações de poder existente na própria sociedade.



Rádio&Escola



Roquette-Pinto:
“O rádio é a escola dos que não têm escola”.

Nosso principal veículo de comunicação ainda é, e provavelmente sempre será, a conversa face a face. No entanto, a quantidade de tempo gasta pelas pessoas com os veículos de comunicação de massa cresceu espetacularmente nestas últimas décadas.
Mas o que nos interessa aqui, principalmente, são os veículos de comunicação de massa, aqueles que constituem os chamados “mass media”, ou seja, o rádio, os jornais impressos, as revistas, a televisão, o cinema e seus respectivos conteúdos.
E o que é o conteúdo desses veículos? Tratam-se das mensagens difundidas por esses veículos, geralmente divididas em uma programação apoiada no tripé: notícia, entretenimento e propaganda.
O entretenimento é constituído por programação musical, revistas em quadrinhos, programas de auditório, telenovelas, desenhos animados, filmes, reality shows, etc. Uma notícia geralmente tem mais credibilidade do que uma propaganda. Isso porque o objetivo da notícia é apenas informar o leitor, o ouvinte ou telespectador de algum fato acontecido. Já a propaganda tem sempre o interesse de vender algum produto ou idéia, por isso, recorre a expedientes nem sempre éticos para cumprir a sua meta.
Sabendo da credibilidade maior da notícia em relação à propaganda, alguns “marqueteiros” disfarçam suas peças publicitárias de notícia. O resultado é que as pessoas nem sempre percebem o engodo, e acabam tomando como verdade uma notícia que, na realidade, não passa de uma propaganda.
Por isso, é preciso estar atento, para diferenciar uma coisa da outra. Portanto, desconfie sempre dessas notícias muito chamativas ou sensacionalistas. Os políticos, por exemplo, são mestres nesta arte de tentar “vender” para a população notícias contra os adversários, que na verdade, não passam de propagandas que levam em consideração apenas as suas conveniências pessoais e interesses eleitoreiros.
E você, o que acha dessa discussão em torno das possibilidades culturais surgidas com o advento do rádio? Ao realizarmos uma “pesquisa-ação” entre estudantes da rede pública de ensino de Santana do Matos-RN, identificamos algumas características em torno da influência que o rádio tem sobre a cultura local:
55,5% dos estudantes do Ensino Médio ouvem com freqüência a rádio comunitária, porém apenas 22,2% conseguem fazer inferências sobre as informações passadas pela mídia.
Quando perguntamos aos alunos o que mais interessa a eles na hora de escolher um programa de rádio, 66% votam na diversão (música, humor), em vez de ouvir notícias e (22%) responderam que gostam de obter mais informações, enquanto apenas e infelizmente, 12% se preocupam em utilizar a programação da rádio para fins educativos (fazer, por exemplo, um intercâmbio entre a cultura popular e a cultura erudita, fazendo reflexões com colegas sobre tal assunto). A ação do rádio no ambiente da Escola Estadual Aristófanes Fernandes ainda é precária, pois como observamos os estudantes (44,4%), afirmam não disporem de nenhuma oportunidade de ouvir a rádio na escola. Já 80,13% declaram que tem relevância para o Projeto Político Pedagógico da escola a utilização das diversas mídias (no caso específico o rádio), no processo ensino-aprendizagem, o que nos faz refletir em torno desta temática (criarmos uma rádio escola no ambiente de ensino supracitado), em nossa escola.
Neste tema, você perceberá que os dados são semelhantes quanto aos estudantes do Ensino Fundamental, com uma pequena diferença de percentagem dos alunos frente a três questionamentos:
1º – quando perguntados sobre o ato de ouvir a rádio, notamos um empate técnico, 36,8% são unânimes em afirmarem que se concentram nessa atividade e/ tentam ouvir a programação da rádio enquanto desenvolvem outras atividades cotidianas (estudam, desenvolvem as tarefas domésticas e etc.);
2º – o que menos desperta o interesse desses educandos quanto à programação da rádio (rádio aqui, nos referimos especialmente a estação comunitária – Rádio FM Timbaúba ou outra rádio com freqüência ampla que chega às casas dos santanenses), é assuntos relacionados à educação, o que nos deixa bastante entristecidos por acreditarmos que a educação ajuda ao desenvolvimento pessoal, cultural, político e econômico do cidadão, do país.
3º – 42,10% dos alunos dizem que têm acesso as programações diárias da rádio no âmbito da escola. Isso se verifica através do uso de aparelhos celulares pelos estudantes do Ensino Fundamental na hora do intervalo das aulas. Com FM inseridos nestes aparelhos ou até mesmo o uso de MP4/5 e mini aparelhos de rádio, eles conseguem ficar por dentro da programação musical e etc., da rádio local. Você já deve ter ouvido que toda ação gera uma reação. A reação que se origina dessa ação é exatamente essa quantidade/disparidades entre estudantes que ouvem a radio (do Ensino Fundamental) e àqueles que não ouvem essa mídia (alunos do Ensino Médio), no interior da escola.
As nossas reflexões neste tema giraram em torno da influência que a rádio tem sobre a cultura. Vimos que o mesmo se apropria da cultura popular e a massifica, ao divulgá-la para milhares de pessoas. Vimos que existem defensores e apoiadores desta situação. Que nossas discussões tragam questionamentos em torno da importância deste veículo de comunicação de massa para a consolidação de uma sociedade verdadeiramente democrática. Esse ideal de democracia, infelizmente ainda não foi atingido, mas o simples fato de estarmos discutindo a respeito dos defeitos e problemas do nosso país, e apontando possíveis soluções para superá-los, é sinal de que estamos no caminho certo para corrigi-los. Um dia chegaremos lá!
E o estudo é o passo mais importante nessa caminhada. Quem estuda, sempre consegue fazer diferença em sua comunidade. Quem estuda, aprende a detectar os eventuais deslizes dos meios de comunicação de massa. Quem estuda, consegue exercer a verdadeira cidadania!


Texto produzido em 2.008, durante pesquisa-ação sobre a importância do rádio&escola.

sábado, 11 de setembro de 2010

Rômulo





O que dizer de Rômulo? Inenarrável, inspirador, e profundo é não percebê-lo como um grande mestre das letras! Cronista, poeta do sertão dos grandes barões; jovem que sonha e deixa a realidade levá-lo a lugares mil... Peregrino errante nas estradas da vida, cozinheiro de palavras temperadas com pontuação, grafia própria, acentuação. Sua especialidade não poderia ser outra: sopa de letras misturada com emoção! Tenho orgulho de um dia ter sido seu orientador, professor e de ser seu amigo.
Postado em comentário ao poema que o próprio Rômulo escreveu em www.123brah.blogspot.com

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Chuva





Sou como a chuva torrencial, chego ao momento inesperado e alivio a sede de quem não tem esperança!
Sou vento que refresca sua alma abatida pelo calor das tribulações da vida.
Pássaro errante nas manhãs de inverno, que busca comida em outros ninhos.
Sou espinho disfarçado de rosa e leite misturado com água sendo vendido nas ruas da cidade como se fosse “leite puro”.
Sou saudade do que se foi e não volta mais, beijo roubado, canto de unha que incomoda, saliva adocicada pelo mel de abelha.
Sou eu uma sombra, um candeeiro sem gás, uma vitrola quebrada!
Eu não sou ninguém!

Deserto, ninguém consegue explicar!




Deserto é lugar de aprendizagem! É lá que: Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se levam anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros mas com o melhor que se pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que se possa voltar para trás. Portanto plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E por fim você aprende que realmente pode suportar, que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E QUE REALMENTE A VIDA TEM VALOR E QUE VOCÊ TEM VALOR DIANTE DA VIDA!
(Autor Desconhecido)